O Banco Central do Brasil manteve a taxa básica em 13,75% e elevou sua projeção de inflação, interrompendo uma sequência de cortes. O Goldman Sachs agora não vê cortes até pelo menos o segundo trimestre de 2028, enquanto a vitória eleitoral de Lula elevou os custos de financiamento de longo prazo e enfraqueceu o real.
Juros elevados por mais tempo sustentam o real e mantêm os fluxos de carry trade, enquanto preocupações fiscais e inflacionárias pressionam a moeda, moldando a precificação das exportações brasileiras de commodities para ração animal.
Após 92 eventos neutro de macro passados, Real brasileiro (BRL por USD) subiu em mediana +0,4% em 5 sessões (58% de alta; metade central de -0,7% a +1,4%), e +0,4% em 20.
Variações do benchmark de cada commodity desde o último fechamento antes do evento. As leituras históricas agregam eventos passados do mesmo tipo; descrevem o que aconteceu, não o que vai acontecer. Não é recomendação de investimento.