
Dados da Reuters mostram que a China importou apenas 7,2 bilhões de dólares em produtos agrícolas dos EUA que não são soja, de janeiro a setembro, colocando as compras de 2026 no caminho para a menor marca em sete anos. A Casa Branca disse em maio que a China se comprometeu a comprar pelo menos 17 bilhões de dólares em produtos agrícolas dos EUA por ano, de 2026 a 2028, separadamente do acordo de soja firmado em outubro de 2025.
Analistas dizem que a fraca demanda doméstica e a concorrência mais acirrada limitam as importações, com as estatais vistas como a chave para atingir a meta.
A lenta compra chinesa de sorgo, milho e carne dos EUA enfraquece a demanda de exportação de grãos para ração dos EUA e favorece a participação do sorgo brasileiro, o que é baixista para os preços do sorgo e do milho dos EUA se as compras estatais não avançarem.
Após 250 eventos neutro de comércio passados, Soja em grão subiu em mediana +0,0% em 5 sessões (50% de alta; metade central de -1,4% a +1,6%), e -0,2% em 20.
Após 683 eventos baixista de comércio passados, Milho subiu em mediana -0,2% em 5 sessões (47% de alta; metade central de -1,7% a +1,6%), e +0,3% em 20.
Ainda não há eventos comparáveis passados suficientes para uma leitura histórica.
Variações do benchmark de cada commodity desde o último fechamento antes do evento. As leituras históricas agregam eventos passados do mesmo tipo; descrevem o que aconteceu, não o que vai acontecer. Não é recomendação de investimento.