The Brazilian real appreciated past 5.16 per US dollar, its strongest level since May 2024, as global investors reassessed high-yielding emerging market currencies. Support came from the central bank holding the Selic rate at 15% and a January trade surplus of $4.34 billion.
A stronger real makes Brazilian soybeans and corn pricier in dollar terms for importers and can weigh on Brazilian farm selling, a factor for feed input costs.
Após 213 eventos baixista de macro passados, Real brasileiro (BRL por USD) subiu em mediana -0,2% em 5 sessões (46% de alta; metade central de -1,5% a +0,9%), e +0,2% em 20.
Variações do benchmark de cada commodity desde o último fechamento antes do evento. As leituras históricas agregam eventos passados do mesmo tipo; descrevem o que aconteceu, não o que vai acontecer. Não é recomendação de investimento.